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Vereador Marcelo esclarece detalhes sobre draga liberada pela Cidasc para desassorear lagoa

Informações desencontradas sobre a vinda da draga da Companhia Cidasc para Barra Velha prestam um desserviço ao Município. Essa é a opinião do vereador Marcelo Nogaroli (PMDB), que posicionou-se no Plenário Getúlio Bittencourt, da Câmara de Vereadores, acerca de informações postadas na rede de computadores que apontaram que a draga estaria “sem motor” ou “iria apodrecer na lagoa” – alusão ao fato já ocorrido anos anteriores, com outro equipamento do mesmo porte.

Marcelo, que junto do vereador Alex Sandro Correia dos Santos, o Alex Palmital (PSD), intermediaram em 2017, na cidade de Tubarão, a vinda do equipamento junto ao Governo do Estado, considerou que postagens anônimas nas redes sociais “teriam que ter responsabilidade” acerca das informações que veiculam.

“O fato real é que a draga veio para executar a limpeza da lagoa, sem custos de locação, que é importante em qualquer tempo”, alegou ele. “Realmente, fomos buscar a embarcação na cidade de Tubarão, e desde o início informei que caberia à Prefeitura garantir a sua funcionalidade, custear o projeto”, pontuou. “Um hospital para a cidade é importante, a educação é importante, a infraestrutura, mas uma dragagem, como investimento turístico e ambiental, também é muito positiva”, observa ele.

“Articulamos para ter a embarcação aqui na cidade, mas não somos técnicos na sua operação. O que temos certeza é que um desassoreamento de R$ 2 milhões, se fosse para contratar embarcação privada, terá um valor várias vezes menor”, destacou ele. As críticas recebidas na internet, segundo o vereador, se deram pelo fato de o equipamento ainda não ter sido colocado em funcionamento – uma atribuição da Prefeitura.

“Quanto Barra Velha vai ganhar com essa obra? As cidades da região, que também poderão aproveitar o equipamento?”, questiona. “Não tivemos custos para liberar a draga, mas sempre informamos que há custos para operar. Nós vereadores estamos fiscalizando, e esperamos que a Prefeitura, o Poder Executivo, cumpra seu papel”, destacou.

Saiba mais

Marcelo ainda informa que a Licença Ambiental Prévia (LAP) já foi emitida pela Fundação do Meio Ambiente de Barra Velha, a fim de que a dragagem seja executada. O próximo prazo é a liberação da Licença Ambiental de Instalação (LAI), e em seguida, a Licença Ambiental de Operação (LAO).

A previsão é que essa draga execute o desassoreamento de 5,5km da extensão da lagoa de Barra Velha. O equipamento chegou a Barra Velha no dia 6 de novembro do ano passado, após a liberação da Cidasc. Marcelo reforça importância do apoio da Agência de Desenvolvimento Regional de Joinville (ADR), através da secretária Simone Schramm, do presidente da Cidasc, Enori Barbieri, do servidor aposentado da estatal, Dilvo Tadeu Pereira, articulando a liberação da embarcação.

Estima-se a necessidade de quatro a cinco operadores para a execução dos trabalhos. A princípio, o projeto prevê a retirada de sedimentos da lagoa numa extensão de 5,5 quilômetros, da praça Lauro Carneiro de Loyola até a foz (boca da barra) do Rio Itapocu. “Projeta-se a criação de um calado de 4m de profundidade por 20m de largura”, detalha Marcelo. O volume de areia a ser dragado, em metros cúbicos, ainda será avaliado pela Fundema.

 

Câmara de Vereadores 
Assessoria de Comunicação 

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